Me pego pensando em como posso sentir uma coisa tão forte por alguém que mal conheço. Me pego pensando em você.
Sempre com suas caras indecifráveis ou seus sorrisos misteriosos, você faz com que eu me sinta inseguro dos meus próprios atos, dos meus sentimentos mais nobres que sempre guardei para mim.
Você está me dando motivos para viver mais, apesar de não saber aonde vamos com isso.
Eu nunca sonhei com alguém e acordei sorrindo, você é de fato especial.
"Cheiro de menta e pipoca, Gosto de tomate, Vontade de chiclete. E tudo isso com pimenta"
Quem sou eu
- R.
- Me abre, me lê, confessa. Sou eu quem sei todos os seus segredos traduzidos em meus conflitos. Vem
sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
A menina do banco.
Venho, todos os dias como um andarilho, debaixo daquele sol escaldante sentindo ausência da Sinhá Vitória e de Baleia. Mas não, isso não me aflige, pois sei que a menina do banco estará sempre lá, me esperando com as notícias que trago do meu mundo, que para ela ainda é um encanto sem fim.
Seus infindáveis abraços e suas confidências sempre me fazem um bem enorme, e eu necessito ouví-las para seguir adiante sem errar meu caminho costumeiro.
Ela está lá, sempre sentada com aquele seu casaco, mesmo debaixo do sol. Seus olhos são minhas piscinas de confiança, aonde eu me refresco e parto para uma nova jornada.
Ah, e como eu preciso daqueles olhos.
Seus infindáveis abraços e suas confidências sempre me fazem um bem enorme, e eu necessito ouví-las para seguir adiante sem errar meu caminho costumeiro.
Ela está lá, sempre sentada com aquele seu casaco, mesmo debaixo do sol. Seus olhos são minhas piscinas de confiança, aonde eu me refresco e parto para uma nova jornada.
Ah, e como eu preciso daqueles olhos.
São apenas memórias, crônicas e declarações
Não estou ao seu lado, mas posso sonhar. Sonhar com aqueles momentos que só nós dois passamos.
No olhar que eu sempre confiei e tive em meus braços por breves momentos.
Aquele olhar gostoso de cumplicidade e confiança, que nem os mais íntimos dos amantes têm um pelo outro.
Mas o que posso fazer pra ter de volta esse olhar? Sinto tanto a sua falta, que as vezes me pergunto se você realmente existiu ao meu lado.
São apenas memórias, as melhores que tenho de ti.
crônicas de um eterno apaixonado.
E declarações de um andarilho.
No olhar que eu sempre confiei e tive em meus braços por breves momentos.
Aquele olhar gostoso de cumplicidade e confiança, que nem os mais íntimos dos amantes têm um pelo outro.
Mas o que posso fazer pra ter de volta esse olhar? Sinto tanto a sua falta, que as vezes me pergunto se você realmente existiu ao meu lado.
São apenas memórias, as melhores que tenho de ti.
crônicas de um eterno apaixonado.
E declarações de um andarilho.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Sophia
Ai meu deus, está tudo fora do lugar! Porque eu perco o dom de juntas as letras de vez em quando?
Ninguém perde! É só que fugiu uma palavra, elas são assim.
Não só as palavras, mas algumas pessoas também fogem de mim.
Obrigado, de coração, por você não fugir de mim.
Ninguém perde! É só que fugiu uma palavra, elas são assim.
Não só as palavras, mas algumas pessoas também fogem de mim.
Obrigado, de coração, por você não fugir de mim.
Todo escritor tem uma.
Minha Caneta varia de humor comigo
A força que ela risca, varia de humor comigo
A intensidade do seu traço, varia de humor comigo
As mordidas em seu bocal, variam de humor comigo
Sua tinta, varia de humor comigo
Sua funcionalidade, varia de humor comigo
Quer me conhecer? Observe a minha Caneta.
A força que ela risca, varia de humor comigo
A intensidade do seu traço, varia de humor comigo
As mordidas em seu bocal, variam de humor comigo
Sua tinta, varia de humor comigo
Sua funcionalidade, varia de humor comigo
Quer me conhecer? Observe a minha Caneta.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Eu gostaria de lhe dizer, senhor.
- "Não é por nada, gostaria que o senhor não se amedrontasse com o que lhe direi. Não é por grosseria, falta de conhecimento ou qualquer outras coisa, apenas quero saber. Pois saiba que... sinto, talvez você não sinta, mas eu sinto e lhe direi. Vou lembra-lo daquela noite, ou talvez dia. Já havia amanhecido por mais que não quiséssemos. Mas o senhor recostado em meu colo estava, e eu lhe agradava o cabelo. Pois vou logo lhe dizendo, e se o senhor não gostar, me diga logo, para que meu pai possa arranjar meu casamento. Pois senhor, gosto de você. Mas gosto de graça entendeu meu senhor? O que posso fazer com esses sentimentos joviais de uma senhorita? Posso apenas sentar em minha janela e ficar a admirar o senhor na boticária. Bonita boticária... imagino que venda bons perfumes lá, senhor. Pois eu lhe digo senhor, eu gosto de você mais do que o senho imagina. Vou me retirar agora senhor, minha mãe me chama para os afazeres. Adeus senhor, e pense com carinho no que lhe disse"
D.U.
Era uma noite de perdição. Todos aqueles valores e bons contumes que eu pregava estavam agora trancafiados a sete-chaves no apêndice, tão inúteis quanto eles. Eu menti pra todos, inclusive para os meus próprios sentimentos, para que eu pudesse me perder em todos os sete pecados capitais.
Meus instintos de caçador estavam à flor-da-pele e todos aqueles corpos me atraiam. A lua estava cheia assim como a cama que estávamos. Rodeado por diferentes cheiros, o seu se destacou ao meu olfato, e esquecendo de todos os outros à minha volta, eu te ataquei. Seu cheiro, seu corpo, sua boca, sua pele, você. Cada pequeno pedaço seu me atraía, e eu senti o meu sangue ferver por você. Mesmo que prematuramente, nos separamos para entregar nossos corpos ao desejo.
O sol invadia a sala. Eu estava recostado na parede e sua cabeça estava repousando em meu colo. Você queria dormir, e eu alisava suavemente o seu cabelo. Gostei de quando me abraçou e gostei mais ainda de quando acompanhou o meu relutante eu até a saída. Eu queria te dar um beijo de despedida, mas eu sabia que nos veríamos denovo.
Meus instintos de caçador estavam à flor-da-pele e todos aqueles corpos me atraiam. A lua estava cheia assim como a cama que estávamos. Rodeado por diferentes cheiros, o seu se destacou ao meu olfato, e esquecendo de todos os outros à minha volta, eu te ataquei. Seu cheiro, seu corpo, sua boca, sua pele, você. Cada pequeno pedaço seu me atraía, e eu senti o meu sangue ferver por você. Mesmo que prematuramente, nos separamos para entregar nossos corpos ao desejo.
O sol invadia a sala. Eu estava recostado na parede e sua cabeça estava repousando em meu colo. Você queria dormir, e eu alisava suavemente o seu cabelo. Gostei de quando me abraçou e gostei mais ainda de quando acompanhou o meu relutante eu até a saída. Eu queria te dar um beijo de despedida, mas eu sabia que nos veríamos denovo.
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