O poema de hoje não tem graça, ou desgraça.
Ele fala de alguém que não sabe pra onde vai e nem de onde veio, de alguém que a vida anda sem sentido as vezes.
Todo verão, todo janeiro, o poema de hoje gostaria de retratar o que foi a felicidade de um amante há dois anos. Um pôr-do-sol, um verão que nunca saíram da minha mente - e tenho certeza que nunca sairão.
Mas esse ano, no dia 14 de janeiro não tem poesia, não tem amor, pôr-do-sol ou namoro. Tem o verão, a tristeza e a saudade de coisas que nem passamos.
O poema de hoje é meu, mais do que qualquer outro, é meu aprisionamento em um paraíso perfeito.
;) triste e sábio.
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